O livro relata uma forma diferente de ver o jornalismo
econômico, e que este tipo não seja visto apenas para
os homens de paletó e maleta preta, mas vai muito
além.
Muitas vezes o jornalismo econômico torna-se chato
e monótono pelo próprio jornalista, e esquece que
é a mesma estrutura de notícia de um caderno urbano
ou suplemento de jornal e que pretende passar a notícia seja
ela qual for para o leitor que se interessa pela
informação.
Nos dois primeiros capítulos do livro
jornalismo econômico, a autora Suely Caldas conta a historia
da Imprensa, abrindo um parâmetro que o jornal
econômico tem a mesma idade da Imprensa e todas as
situações de tempos difíceis,
censura, poder das empresas, a
explosão deste tipo de jornalismo e economia, a
adaptação do texto de linguagem econômica para
tevês, Jornalismo opinativo que veio como uma luva para os
jornalistas, pois era um fim da ditadura militar dentre outras
situações.A
independência para informação em alguns
veículos de comunicação, o mercado de trabalho
no setor de economia cresce, os salários, as assessorias e
agências, no mercado econômico
feminino.
A autora deixa claro, que existe um avanço e um
direito de publicar sobre a economia de uma forma geral. Nas
dificuldades ela lembra em seu livro as notícias não
publicadas que foram censuradas entre 1973 a 1974, que envolvia
assunto do país e do exterior.
Caldas valoriza que cada jornal ou revista
econômica tem formas próprias, podem até trazer
materiais sobre os mesmos assuntos, mas o tratamento que é
dado, os critérios de edição, as prioridades
de temas são diferentes e faz uma comparação
de espaço da primeira página, manchete, nota e
opinião, sobre economia brasileira que segue os nomes dos
principais veículos: Valor Econômico, Gazeta
Mercantil, Exame, o Estado de São Paulo, Folha de São
Paulo e o Globo. “Para o Jornalista
econômico é possível escrever sobre juros,
câmbio, inflação, ações e tarifas
sem cair na armadilha da língua que difunde a todos o
economês”.
A autora coloca uma
ligação de que as páginas de economia dos
jornais não são apenas direcionadas para os senhores
de gravata e sim para todas as classes que se interessa em seus
direitos e economia do País.
Postado por Adriana
Dutra
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